A translucência Nucal é conseguida através de um exame ecográfico o pré-natal realizado através de ultrassonografia para ajudar princpalmente a identificar os riscos mais elevados de Síndrome de Down no feto, sobretudo para as mulheres mais velhas que apresentam riscos mais elevados na gravidez.
O exame é realizado entre 11 e 13 semanas mais 6 dias de gravidez e avalia a quantidade de líquido atrás do pescoço do feto - também conhecida como prega nucal ou a trasnlucência nucal.
Todos os fetos têm algum líquido, porém fetos com risco de Síndrome de Down tendem a ter uma maior quantidade de líquido em volta do pescoço.
O Exame também pode ajudar a confirmar a exatidão das datas da gravidez e da viabilidade do feto.Sua imagem de alta definição também poderá ajudar a detectar outros tipos mais incomuns de anormalidades cromossômicas.
O exame é realizado entre 11 e 13 semanas mais 6 dias de gravidez e avalia a quantidade de líquido atrás do pescoço do feto - também conhecida como prega nucal ou a trasnlucência nucal.
Todos os fetos têm algum líquido, porém fetos com risco de Síndrome de Down tendem a ter uma maior quantidade de líquido em volta do pescoço.
O Exame também pode ajudar a confirmar a exatidão das datas da gravidez e da viabilidade do feto.Sua imagem de alta definição também poderá ajudar a detectar outros tipos mais incomuns de anormalidades cromossômicas.
Indicação
Todas as mulheres, independentemente da sua idade,
têm um pequeno risco de entregar um bebê com uma deficiência física ou
mental.
A digitalização da nuca ajuda os médicos a estimar o risco do feto ter síndrome de Down ou outros defeitos com maior precisão do que a idade materna isoladamente.
A desordem genética mais comum identificada pelo exame de translucência nucal é a síndrome de Down (trissomia 21).
No caso da síndrome de down, o risco aumenta com a idade materna. Para se ter uma idéia, quando a mãe tem uma idade inferior a 25 anos o risco é de 1 em 1400 gestações, já aos 40 anos esse risco é de 1 em 100 gestações, ou seja cerca de 1% dos fetos gerados por mães com 40 anos ou mais são down positivos.
O exame poderá ser realizado de duas formas distintas. A primeiro é realizando um exame obstétrico comum. Durante este exame o profissional irá confirmar a idade gestacional medindo o comprimento do bebê da cabeça até a nádega, o tamanho deverá estar entre 45 e 84 mm. Depois será realizada a medida da translucência Nucal e o valor desta medida será fornecido em milímetros. Neste caso considera-se risco aumentado quando o resultado é igual ou superior a 2,5 mm. A segunda maneira é realizando um exame morfológico de primeiro trimestre. Neste exame iremos considerar, além dos dados anteriores, a idade materna e o histórico de filhos anteriores com Síndrome de Down. O resultado será fornecido como uma probabilidade, considerando-se apenas a idade da mãe e considerando a idade da mãe, o histórico e a medida da translucência nucal. Por exemplo
Risco da idade: 1 em 100
Risco corrigido: 1 em 1000
Isto significa que o risco, considerando-se apenas a idade da mãe, é de 1 em 100 (ou seja, 1%). Após a medida da translucência nucal, este risco foi corrigido para 1 em 1000 (ou seja, 0,1%). Considera-se o risco alto quando ele é superior a 1 em 100 (maior que 1%). No exame morfológico, além da translucência ainda são observados outros detalhes, como o osso nasal, que poderá ajudar a classificar o risco. Lembre-se sempre que o exame avalia apenas o risco e não faz o diagnóstico. Isto significa que um exame "normal" não garante que o bebê é normal, apenas significa que o risco para a Síndrome de Down é baixo. Da mesma forma um exame "alterado" informa que o risco é alto, porém mesmo quando a translucência nucal está aumentada encontramos fetos normais.
Fonte:
espero ter ajudado
beijinhos!!
A digitalização da nuca ajuda os médicos a estimar o risco do feto ter síndrome de Down ou outros defeitos com maior precisão do que a idade materna isoladamente.
A desordem genética mais comum identificada pelo exame de translucência nucal é a síndrome de Down (trissomia 21).
No caso da síndrome de down, o risco aumenta com a idade materna. Para se ter uma idéia, quando a mãe tem uma idade inferior a 25 anos o risco é de 1 em 1400 gestações, já aos 40 anos esse risco é de 1 em 100 gestações, ou seja cerca de 1% dos fetos gerados por mães com 40 anos ou mais são down positivos.
Como o exame e realizado?
O exame poderá ser realizado de duas formas distintas. A primeiro é realizando um exame obstétrico comum. Durante este exame o profissional irá confirmar a idade gestacional medindo o comprimento do bebê da cabeça até a nádega, o tamanho deverá estar entre 45 e 84 mm. Depois será realizada a medida da translucência Nucal e o valor desta medida será fornecido em milímetros. Neste caso considera-se risco aumentado quando o resultado é igual ou superior a 2,5 mm. A segunda maneira é realizando um exame morfológico de primeiro trimestre. Neste exame iremos considerar, além dos dados anteriores, a idade materna e o histórico de filhos anteriores com Síndrome de Down. O resultado será fornecido como uma probabilidade, considerando-se apenas a idade da mãe e considerando a idade da mãe, o histórico e a medida da translucência nucal. Por exemplo
Risco da idade: 1 em 100
Risco corrigido: 1 em 1000
Isto significa que o risco, considerando-se apenas a idade da mãe, é de 1 em 100 (ou seja, 1%). Após a medida da translucência nucal, este risco foi corrigido para 1 em 1000 (ou seja, 0,1%). Considera-se o risco alto quando ele é superior a 1 em 100 (maior que 1%). No exame morfológico, além da translucência ainda são observados outros detalhes, como o osso nasal, que poderá ajudar a classificar o risco. Lembre-se sempre que o exame avalia apenas o risco e não faz o diagnóstico. Isto significa que um exame "normal" não garante que o bebê é normal, apenas significa que o risco para a Síndrome de Down é baixo. Da mesma forma um exame "alterado" informa que o risco é alto, porém mesmo quando a translucência nucal está aumentada encontramos fetos normais.
Qual é a eficácia do teste da translucência nucal?
Os testes de rastreamento, como a medida da translucência nucal, não são perfeitos. Eles conseguem separar um grupo de alto risco mas mesmo nos grupos de baixo risco identificados pelo teste poderemos ter fetos com Síndrome de Down. Aceita-se que a translucência nucal tenha uma sensibilidade de cerca de 80 a 90%. Isto significa que 80 a 90% dos fetos com a Síndrome de Down serão classificados como "alto risco". Portanto cerca de 10 a 20% dos fetos com a Síndrome de Down tem medida de translucência nucal normal.O que fazer se meu bebê tem translucência nucal aumentada?
Caso seu bebê tenha translucência nucal aumentada, recomendamos a realização de biópsia devilosidades coriônicas ou amniocentese para definir o diagnóstico. Estes exames permitem que seja feita uma análise dos cromossomos do bebê chamado cariótipo . O cariótipo permite diagnosticar não só a síndrome de Down mas uma série de outras doenças dos cromossomos. Caso o resultado do cariótipo seja normal, ainda assim o bebê pode ter outras doenças (como por exemplo malformações cardíacas). Portanto a conduta sugerida nestes casos é realizar um exame morfológico detalhado entre 20 a 24 semanas e um exame do coração do bebê chamado ecocardiografia fetal.Fonte:
http://www.translucencianucal.org/indicacao.php
http://www.fetalmed.net/item/o-que-e-translucencia-nucal.htmlespero ter ajudado
beijinhos!!

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